O spinning foi criado nos Estados Unidos, em 1995, pelo ciclista sul-africano Johnny G. Desde então, virou sucesso absoluto: 25% dos horários nas academias são para as sessões da modalidade. A procura é tanta que em alguns locais é preciso senha para garantir vaga na aula. Tudo isso porque, além de não exigir coordenação motora (basta sentar e pedalar), é uma exterminadora de calorias, melhora o fôlego e ainda empolga.

Testes feitos pela professora Vivi Motta, da Cia. Athletica, com profissionais do Laboratório de Metabolismo da Universidade de São Paulo (USP), em 2001, comprovam que em uma hora de spinning, as mulheres chegam a gastar 570 calorias – os homens podem perder 870.
Ou seja: o equivalente a pular corda por duas horas ou caminhar durante quatro horas!

Confira abaixo 6 maneiras de turbinar as pedaladas:
1. Usar frequencímetro
Esse aparelho monitora a frequência cardíaca durante a atividade física. Algumas mulheres não conseguem perder peso fazendo spinning porque pedalam numa frequência muito baixa, e assim, não conseguem atingir a zona de treinamento para queimar gordura.

2. Calçar sapatilha
Usar uma sapatilha especial (à venda em lojas de artigos esportivos) pode melhorar – e muito! – a sua performance.
Ela garante a transferência da força direto para o pé eliminando o desperdício de energia.

3. Respeitar o cronograma das aulas
Periodização é como os professores chamam a programação das aulas. As aulas não são sempre as mesmas. Por isso, dá para pedalar todos os dias em intensidades diferentes.

4. Utilizar banco de gel ou bermuda acolchoada
Uma capinha de gel que encaixa no banco ou uma bermuda com proteção extra no bumbum são dois recursos que proporcionam mais conforto durante as pedaladas.

5. Hidratar o organismo
Uma garrafa com água ou isotônico vai ajudá-la a manter um bom rendimento, auxiliando na reposição de energias e evitando a fadiga.

6. Manter uma toalha por perto
É sempre bom deixar uma toalha de mão pendurada na frente da bicicleta, para secar as mãos, pois o suor pode fazer com que elas escorreguem do gudião durante a aula.

aula de spinning

No post da próxima semana, confira mais dicas sobre este exercício! (=

Fonte: Boa Forma

 


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O Dia do Desafio

Todos os anos milhões de pessoas são convidadas a parar por pelo menos 15 minutos para praticar alguma atividade física. Nesta data, é realizada uma competição amigável entre cidades. Vence o município que conseguir mobilizar o maior percentual de participantes em relação ao seu total de habitantes.

O evento é promovido mundialmente pela Tafisa (The Association dos International Sport for All), e no Brasil é coordenado pelo Sesc. Em 2012, foram 36 milhões de participantes no Brasil, em 1.957 municípios. Em Santa Catarina, mais de 1 milhão e meio de pessoas participaram das atividades, em 156 cidades. Neste ano, o estado registrou um acréscimo de 24 cidades e pretende superar em 25% o número de participantes.

No site do Sesc, você pode conferir as cidades participantes e suas concorrentes.

corrida em grupo

Fonte: Jornal O Município


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BARRIGA NEGATIVA

Barriga negativa – a nova febre das academias

candice_barriga630Candice Swanepoel, Karlie Kloss e Alessandra Ambrósio: Angels da Victoria’s Secret têm barriga negativa

Os anos vão passando e os ideais de beleza estão sempre aí. Eles mudam com o tempo mas jamais deixam de existir. A febre do momento nas academias tem nome e sobrenome: barriga negativa. Recentemente exposta nas redes sociais pela modelo sul-africana Candice Swanepoel, o modismo traz faz com que os ossos da pelve fiquem mais proeminentes que a musculatura abdominal. Mas será que qualquer pessoa pode desfilar o modelito por aí?

O clínico geral e fisiologista do exercício João Pinheiro garante que a barriga negativa não é para todo mundo. “Algumas pessoas com membros inferiores maiores que o tórax, chamadas de longilíneas, terão maior facilidade para conseguir o efeito devido à genética favorável”, explica. Já as pessoas que possuem na sua constituição uma predominância em acumular gordura no abdômen terão maior dificuldade.

Giovana Guido, nutricionista esportiva da Dr. Shape, alerta que dificilmente uma mulher do tipo mignon – estilo da brasileira – irá atingir a barriga negativa, mesmo com muita dieta e exercícios. “Para ter esse estilo de barriga só tendo um percentual de gordura bem baixo e um Índice de Massa Corporal (IMC) menor do que o normal”, salienta. E isso não é nada saudável.

Além da amenorréia (falta de menstruação) que aparece quando a gordura corporal atinge nível inferior a 7%, outros problemas de saúde podem dar o ar da graça. “Perda de tecido mamário, diminuição da ovulação, baixa consciência, arritmias cardíacas, doenças de pele por deficiência de alguns minerais, desmaios, baixa atividade hormonal e diminuição da vitalidade”, pontua Gabriel Cairo Nunes, nutricionista esportivo da Clínica Healthme Gerenciamento de Peso.

Para quem está dentro do perfil longilíneo favorável, o resultado vem com dedicação. “Com uma dieta hiperprotéica rigorosa e exercícios aeróbicos de baixa e média intensidade e longa duração – no mínimo 60 minutos, de 5 a 7 dias por semana – é possível chegar a um abdômen negativo”, observa o Dr. Pinheiro, ressaltando que algumas pessoas podem alcançar esse objetivo com maior facilidade, outras demoram mais um pouquinho.

Ricardo Santos, campeão Sul Sudeste e Paulista de Culturismo, personal trainer e treinador de atletas da Dr. Shape, diz que as pessoas devem afastar qualquer dieta mirabolante e exercícios sem supervisão. “O indivíduo deve, primeiramente, ser avaliado por um profissional especializado e assim ter o melhor acompanhamento possível para seu objetivo, sempre levando em conta sua rotina diária e genética. Dessa forma, as pessoas com condições de obterem a barriga negativa a terão com ações e rotinas adaptadas, com medidas saudáveis e seguras como alimentação, suplementação e programas de exercícios personalizados”.

Pinheiro garante que, se acompanhada por profissionais capacitados, a jornada para conseguir a barriga negativa não traz prejuízos à saúde. “Não há riscos desde que a pessoa faça uma monitorizarão contínua do perfil hormonal e energético”, diz o médico, esclarecendo que, por exemplo, exercícios abdominais realizados sem critérios podem lesionar a coluna lombo-sacra. Além disso, conforme explica Ricardo, lutar contra a natureza do próprio corpo para chegar a um resultado pode trazer consequências como uso de drogas, bulimia e anorexia. E todo mundo já sabe que isso não é nada bom.

De acordo com Gabriel, para evitar danos à saúde o indivíduo deve fazer uma dieta com cerca de 1200 calorias, gastando ao menos 500 calorias nos exercícios. A nutricionista Giovana Guido acredita que o ideal é sempre seguir uma dieta equilibrada em todos os nutrientes, porém, remanejada de forma correta a fim de agilizar os resultados. “Os principais cuidados são: evitar consumo extremamente baixo de calorias, cortar carboidratos, não ficar muito tempo sem se alimentar, não basear a dieta em um ou dois alimentos e sim ter uma dieta variada e ter alta ingestão de líquidos ao longo do dia”, ensina.

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Candice em ação na passarela da Victoria’s Secret

Os suplementos alimentares podem dar alguma ajuda. “Eles aceleram os resultados da dieta e dão uma motivação extra. Neste caso, os termogênicos/queimadores de gordura são bem indicados, assim como os diuréticos naturais, bloqueadores de absorção, fibras, emagrecedores e shakes protéicos/dietéticos”, esclarece Giovana.

Alguns alimentos dão uma estufadinha na barriga, mas Gabriel Cairo lembra que é uma situação transitória. “Leite, grãos e alimentos integrais podem fazer o abdômen inchar, mas isso dura pouco tempo. Varia de uma a duas semanas, até o corpo regularizar a produção de bactérias benéficas ao intestino, e assim o tamanho do abdômen volta a sua normalidade. O que nunca deve acontecer é se alimentar com grandes volumes de comida em uma mesma refeição, pois isso leva a maior putrefação ou digestão alimentar – que libera gases e assim aumento a barriga”, pondera.

Giovana ressalta que conseguir uma barriga negativa só pode ser considerado favorável se o intestino funcionando perfeitamente e se não houver nenhum grau de retenção no organismo. O correto é conseguir chegar aos objetivos sem sacrificar a saúde.

Então, se você não tem biotipo para ostentar a barriga da moda, contente-se com o abdômen sequinho. “Barriga sequinha é a tradicional forma de abdômen malhado sem gordura localizada e flacidez. Temos, neste caso, um abdômen bem rígido às custas de muito treino de abdominais bem executados e intensos e um percentual de gordura baixo. Porém não veremos os famosos “gominhos” que é fruto de uma boa hipertrofia da musculatura abdominal conseguida com treinos específicos”, finaliza Ricardo.

Fonte: Yahoo!


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Temperaturas baixas do lado de fora. E uma vontade imensa de sair para treinar. Com a chegada do frio, os adeptos das práticas esportivas vivem esse dilema. Perder o treino ou criar coragem para enfrentar o desafio? Os aficionados não pensam duas vezes. Já os mais precavidos, evitam enfrentar o desafio.

Alguns cuidados simples podem deixar a atividade mais tranquila e evitar surpresas como doenças respiratórias. O médico Eduardo Henrique Bonini, especialista em alergia e pneumologia, garante que pode-se praticar qualquer atividade no frio, desde que se use um agasalho adequado.

A respiração constante do ar frio não danifica os pulmões, mas altera o sistema imunológico. “O ar gelado promove uma diminuição do batimento ciliar – cílios revestem todo aparelho respiratório e são responsáveis pela higienização das vias aéreas – e, como consequência, altera a resposta imunológica de defesa”, observa.

Bonini destaca que é fundamental fazer exercícios constantemente, mesmo com temperaturas baixas. “Acho indiferente fazer em ambiente aberto ou fechado. O importante é fazer sempre com atitude saudável, indicada e preventiva para a manutenção do bem estar físico e mental”, diz.

Para os esportes aquáticos, o médico recomenda o uso de roupão, evitando a brusca mudança de temperatura que faz diminuir os batimentos ciliares. Segundo ele, a roupa em outras atividades não interfere no desempenho. “A roupa deve ser adequada para o ambiente: roupa mais fechada ao ar livre e mais leve em ambiente fechado.”, afirma.

O esportista, ressalta Bonini, precisa tomar cuidado com a reposição de líquidos. “Pode até tomar gelado, mas o importante é hidratar-se, com líquidos quentes, normais ou frios. O ar gelado diminuiu a resposta de defesa das vias respiratórias. Por isso, é preciso estar atento à hidratação”, pontua.

De acordo com o especialista, o ar seco é mais preocupante que o ar frio. “O ar seco é prejudicial porque, no exercício, perde-se água na respiração. Menos água, Menor resposta fisiológica de defesa e desempenho”, explica.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/araraquara-regiao/noticia/2012/05/atividade-fisica-no-frio-requer-alguns-cuidados-ressalta-especialista.html


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A Embreex patrocinou recentemente a equipe de futsal mirim do Clube Esportivo Guarani da cidade de Brusque/Sc, onde é a sede da empresa.

Nós, como empresa nos preocupamos com a saúde e o futuro dos jovens, não só de nossa cidade, como em geral! E, com certeza o esporte auxilia no desenvolvimento de melhores cidadãos.


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Exercícios vigorosos são mais eficientes para provocar o depósito de cálcio nos ossos

Já pensou em tratar sua depressão com exercícios? Pesquisadores da Austrália descobriram que idosos com qualquer nível de angústia podem ser quatro vezes mais propensos a ter limitações físicas, mas a pratica de atividade física pode ajudar a reverter essa relação. O estudo foi publicado no jornal americano Journal of the American Geriatrics Society.

 Liderados pelo PhD Gregory Kolt, da Universidade de Westen Sydney, os pesquisadores analisaram dados de cerca de 100 mil homens e mulheres australianos, com 65 anos ou mais. A pesquisa foi baseada no relato desses idosos sobre função física, angústia, idade, tabagismo, escolaridade, altura, peso e envolvimento deles com atividades físicas.

 A pesquisa apontou que 8,4% dos idosos estavam sofrendo algum nível de angústia. Os que sofriam níveis moderados no passado apresentaram quase sete vezes mais chances de terem limitações funcionais do que os que não tiveram nenhum sofrimento psíquico. Os idosos que eram mais fisicamente ativos, no entanto, tinham menor probabilidade de sofrer limitações funcionais.

A angústia já foi relacionada ao sedentarismo e ao aumento da limitação funcional em várias faixas etárias. Um estudo anterior indicou que aproximadamente 30% da redução da atividade física e do aumento do sofrimento psíquico ao longo do tempo são devido a limitações funcionais e doenças crônicas.

“Nossas descobertas podem influenciar a ênfase que damos a idosos para terem uma rotina ativa?, observa Kolt. “Com maiores níveis de atividade física, ganhos de saúde mais positivos podem ser alcançados e, com maior capacidade física, através da atividade física, mais independência pode ser conquistada.”

Conheça as vantagens do Pilates para idosos

Uma boa sugestão de exercícios para pessoas com mais de 65 anos é o Pilates. A técnica consiste em uma série de exercícios feitos no solo ou em equipamentos apropriados, cuja intenção é trabalhar todos os músculos do corpo de maneira harmoniosa. Segundo a terapeuta Nilza Silva, especialista do Minha Vida, os exercícios são graduados de acordo com a capacidade física de cada aluno, sempre levando em consideração suas restrições a determinados tipos de movimentos.

 São muitos os benefícios proporcionados por essa técnica aos idosos: alívio da dor, maior percepção dos movimentos, fortalecimento muscular, maior equilíbrio, aumento da flexibilidade, alívio do estresse, entre outros. Uma das principais vantagens é a melhora da autoestima do praticante, uma vez que ele consegue realizar uma série de exercícios físicos que, até então, julgava não ser capaz.

A terapeuta Nilza conta que o aumento do equilíbrio corporal também é um grande avanço, já que o idoso tem seu equilíbrio comprometido devido à idade. Tudo isso sem nenhum risco de lesão corporal, já que Pilates é um trabalho aplicado com uma

grande margem de segurança, não cansa e não causa dores musculares posteriores, como é o caso da ginástica convencional.

www.minhavida.com.br

Fonte:Portal Minha Vida 18/4/2012


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