Saúde mental se refere à nossa capacidade cognitiva e / ou bem-estar emocional – é tudo sobre como pensamos, sentimos e nos comportamos. Saúde mental, também pode significar uma ausência de um transtorno mental. Aproximadamente 25% das pessoas no Reino Unido têm um problema de saúde mental durante a sua vida. Nos EUA, as estatísticas apontam a maior incidência de pessoas diagnosticadas com problemas de saúde mental em todo o mundo desenvolvido. Sua saúde mental pode afetar sua vida diária, relacionamentos e até mesmo a sua saúde física. A saúde mental também inclui a capacidade de uma pessoa para aproveitar a vida – para atingir um equilíbrio entre as actividades de vida e os esforços para atingir a resiliência psicológica.

De acordo com Medilexicon, a saúde mental é “a maturidade emocional, comportamental e social ou normalidade, a ausência de um transtorno mental ou comportamental, um estado de bem-estar psicológico em que um conseguiu uma integração satisfatória dos próprios impulsos instintivos aceitável si mesmo e de um meio social, um equilíbrio adequado de amor, trabalho e atividades de lazer “.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a saúde mental é “um estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza as suas próprias capacidades, pode fazer face ao stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera, e é capaz de fazer uma contribuição para sua comunidade “. OMS destaca que a saúde mental “não é apenas a ausência de doença mental”.

OMS explica que, especialmente em países de baixa e média renda, os serviços de saúde mental são muito subfinanciado – humanos e financeiros. A maioria dos recursos são canalizados para tratar e cuidar de doentes mentais, em vez de em qualquer sistema integrado de saúde mental. Os países devem integrar a saúde mental nos cuidados primários de saúde (clínica geral), prestar cuidados de saúde mental em hospitais gerais, e melhorar serviços de base comunitária de saúde mental, em vez de apenas prestar cuidados em grandes hospitais psiquiátricos.


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Doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer é uma doença provocada pela morte das células cerebrais e consequente atrofia do cérebro. é uma doença progressiva, irreversível e com causas e tratamento ainda desconhecidos. Inicialmente atinge a memória dos doentes e aos poucos vai atingindo as outras funções mentais, acabando na total ausência de autonomia dos doentes.

A doença afeta pessoas com mais de 50 anos, e a esperança de vida para os pacientes situa-se entre os 2 e os 15 anos

Causa da Doença

A causa do Alzheimer ainda não está determinada, mas no meio da comunidade científica é aceite que se trata de uma doença genética, não necessariamente hereditária.

Diagnóstico

Não existindo ainda nenhum exame específico para diagnosticar a doença, o diagnóstico é feito através da exclusão de outras causas de demência, pela análise do historial do paciente, por análises ao sangue, tomografia ou ressonância, entre outros exames.

Sintomas

  • Pequenos esquecimentos
  • Perdas de memória
  • Confusão e por vezes agressividade
  • Aletrações da personalidade, com distúrbios de conduta.
  • Não reconhecimento dos familiares e do próprio quando colocados frente a um espelho
  • Dificuldades de locomoção
  • Inviabilidade da comunicação

Tratamento

A doença de Alzheimer não tem cura, sendo que no seu tratamento deve-se atender a duas variáveis fundamentais:
  • Aspestos comportamentais – medicação e orientação de diferentes profissionais de saúde.
  • Desiquilíbrios químicos – existe medicação que podem corrigir estes desiquilíbrios, mas tem efeito temporário, isto é, não impede a doença de progredir.

10 Sinais de Alerta

  1. Perda de memória
  2. Dificuldade em executar as tarefas domésticas
  3. Problemas de linguagem
  4. Perda da noção do tempo e desorientação
  5. Discernimento fraco ou diminuído
  6. Problemas relacionados com o pensamento abstracto
  7. Trocar o lugar das coisas
  8. Alterações de humor ou comportamento
  9. Alterações na personalidade
  10. Perda de iniciativa

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Temperaturas baixas do lado de fora. E uma vontade imensa de sair para treinar. Com a chegada do frio, os adeptos das práticas esportivas vivem esse dilema. Perder o treino ou criar coragem para enfrentar o desafio? Os aficionados não pensam duas vezes. Já os mais precavidos, evitam enfrentar o desafio.

Alguns cuidados simples podem deixar a atividade mais tranquila e evitar surpresas como doenças respiratórias. O médico Eduardo Henrique Bonini, especialista em alergia e pneumologia, garante que pode-se praticar qualquer atividade no frio, desde que se use um agasalho adequado.

A respiração constante do ar frio não danifica os pulmões, mas altera o sistema imunológico. “O ar gelado promove uma diminuição do batimento ciliar – cílios revestem todo aparelho respiratório e são responsáveis pela higienização das vias aéreas – e, como consequência, altera a resposta imunológica de defesa”, observa.

Bonini destaca que é fundamental fazer exercícios constantemente, mesmo com temperaturas baixas. “Acho indiferente fazer em ambiente aberto ou fechado. O importante é fazer sempre com atitude saudável, indicada e preventiva para a manutenção do bem estar físico e mental”, diz.

Para os esportes aquáticos, o médico recomenda o uso de roupão, evitando a brusca mudança de temperatura que faz diminuir os batimentos ciliares. Segundo ele, a roupa em outras atividades não interfere no desempenho. “A roupa deve ser adequada para o ambiente: roupa mais fechada ao ar livre e mais leve em ambiente fechado.”, afirma.

O esportista, ressalta Bonini, precisa tomar cuidado com a reposição de líquidos. “Pode até tomar gelado, mas o importante é hidratar-se, com líquidos quentes, normais ou frios. O ar gelado diminuiu a resposta de defesa das vias respiratórias. Por isso, é preciso estar atento à hidratação”, pontua.

De acordo com o especialista, o ar seco é mais preocupante que o ar frio. “O ar seco é prejudicial porque, no exercício, perde-se água na respiração. Menos água, Menor resposta fisiológica de defesa e desempenho”, explica.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/araraquara-regiao/noticia/2012/05/atividade-fisica-no-frio-requer-alguns-cuidados-ressalta-especialista.html


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