O chocolate faz bem à saúde? A resposta não é conclusiva. Por isso, o melhor é comer com moderação.

Um estudo recente mostra que talvez possamos atacar o chocolate sem medo, pois pode trazer benefícios para o coração. O estudo, que combinou o resultado de 42 testes, descobriu que as pessoas que consumiram chocolate ou cacau durante algumas semanas ou meses tiveram pequenas melhorias na pressão sanguínea e no funcionamento dos vasos sanguíneos. Tiveram também uma melhoria nos níveis de insulina, responsável por regular o açúcar no sangue.

Não é a primeira vez que estudos relacionados com chocolate, revelam os seus benefícios para o coração. Outros tinham já revelado que os amantes de chocolate tinham menos fatores risco relacionados com doenças cardíacas, como tensão alta.

No entanto, este tipo de estudo não prova a causa e o efeito entre chocolate e saúde. Ou seja, as pessoas que consomem chocolate podem ter outros fatores que explicam o bom funcionamento cardíaco.

Em contraste, este estudo centra-se em testes clínicos onde os pesquisadores escolhem aleatoriamente pessoas para comer chocolate ou não, e então observam as mudanças nos níveis sanguíneos, colesterol e outros fatores de risco.

De acordo com os pesquisadores, liderados por Lee Hooper, o facto de se terem verificado algumas melhorias leva a considerar que o chocolate pode trazer determinados benefícios.

No entanto, Hooper alerta para o fato de, dada a dimensão do estudo, poder conter erros. E, na verdade, nenhum estudo demonstrou se existe algum efeito no risco de vir a sofrer um ataque cardíaco ou derrame.

 

Fonte: http://idademaior.sapo.pt/

 

 


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Dia Mundial do Combate a AIDS

O que é o Dia Mundial do Combate a AIDS?

Dia Mundial do Combate a AIDS é realizado em 1 de Dezembro de cada ano e é uma oportunidade para as pessoas em todo o mundo para se unir na luta contra o HIV, mostrar seu apoio para com as pessoas que estão vivendo com o HIV e para homenagear as pessoas que já morreram. Dia Mundial do Combate a AIDS foi o primeiro dia de saúde global a ser celebrado e que o primeiro foi realizado em 1988.

Por que o Dia Mundial do Combate a AIDS é importante?

Cerca de 100.000 pessoas vivem com HIV no Reino Unido e no mundo cerca de 34 milhões de pessoas têm HIV. Mais de 25 milhões de pessoas entre 1981 e 2007, morreram em decorrência do vírus, tornando-se uma das epidemias mais destrutivas da história.

Hoje, muitos avanços científicos têm sido feitos no tratamento do HIV, existem leis para proteger as pessoas que vivem com HIV e entendemos muito mais sobre a doença. Mas, apesar disso, as pessoas não conhecem os fatos sobre como proteger a si e aos outros do HIV, o estigma, a discriminação continuam a ser uma realidade para muitas pessoas que vivem com o HIV. Dia Mundial da AIDS é importante, pois faz lembrar o público e de Governo que o HIV não acabou – ainda há uma necessidade vital para levantar o dinheiro, aumentar a sensibilização, combater o preconceito e melhorar a educação.

O que devo fazer no Dia Mundial do Combate a AIDS?

É uma oportunidade para você aprender sobre o HIV e colocar seu conhecimento em ação. Você é HIV consciente? Teste o seu conhecimento e sua consciência.

Se você entender como o HIV é transmitido, como ela pode ser prevenida, e a realidade de viver com HIV hoje – você pode usar esse conhecimento para cuidar de sua própria saúde e da saúde dos outros, e garantir que você trate todos os que vivem com o HIV de forma justa e, com respeito e compreensão.

Você também pode mostrar seu apoio para pessoas vivendo com HIV no Dia Mundial do Combate a AIDS através do uso de uma fita vermelha , símbolo internacional de conscientização sobre o HIV.

Mas o que acontece depois de o Dia Mundial do Combate a AIDS?

Embora o Dia Mundial do Combate a AIDS seja uma grande oportunidade para incentivar a conversa pública sobre o HIV e angariar fundos, é preciso lembrar a importância da sensibilização do HIV durante todo o ano. Informe-se sobre as instituições perto de você que trabalhar para trazer uma vida melhor aos soros-positivos, durante todo o ano, e participe também da forma como for possível para você. Seja também um anjo na vida de alguém.


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O Câncer de mama, um dos mais temidos pelas mulheres em decorrência da mutilação, acarreta efeitos psicológicos complexos na imagem da mulher de uma forma geral.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama pode ser genético, mas é raro antes dos 35 anos, sendo a maioria acontece por volta dos 50 anos de idade. A menarca precoce, a primeira gravidez após os 30 anos, a nuliparidade (não ter filhos), o sedentarismo, a obesidade, a má alimentação, o estresse, tem sido os principais contribuintes para os crescentes casos de câncer.

O Inca através de diversas pesquisas mostra que os exercícios físicos são grandes aliados para auxiliar na prevenção e tratamento para mulheres que já estão em tratamento do câncer. Através dos exercícios, o organismo passa a aproveitar melhor as energias e os extratos metabólicos. Isso provoca uma reação as ações dos carcinóginos, em função do aumento da eficácia do sistema imunológico, no que diz respeito a linfócitos e células “natural-killer”, reduzindo assim a quantidade disponível para absorção pelos possíveis tumores e oferecendo maior resistência ás metástases.

Um dos efeitos colaterais do tratamento do câncer de mama é a fadiga. A fadiga prejudica as atividades da vida diária, afetando seriamente a qualidade de vida. O exercício tem sido um importante recurso no seu combate, alem de melhorar as atividades diárias, auxiliar no controle de peso, na melhora do sono, do bem estar físico e principalmente o emocional.

As portadoras de câncer de mama bem como as mulheres em tratamento, não possuem hábitos de realizarem exercícios físicos regularmente. O medo, o desanimo, a baixa estima, a falta de conhecimento, ou mesmo o temor de se machucarem, criaram uma grande resistência aos exercícios.

Através de diversos estudos, a realização de exercícios físicos regularmente e orientados por profissionais habilitados, trás diversos benefícios ao tratamento das portadoras de câncer. Por isso procurem exercitar-se regularmente para que haja uma melhor qualidade de vida para as pacientes portadoras ou em recuperação.

RODRIGO PIZZI É FISIOLOGISTA E ESPECIALISTA EM REABILITAÇÃO CARDÍACA.


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Tornou-se oficial. Segundo consta na Lei nº 11.721, assinada em junho de 2008, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 11 de outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A data havia sido criada, há dez anos, pela Federação Latino-Americana de Obesidade, porém reconhecida, em 1999, pelo Governo Federal e instituída no Brasil, na época, com o nome de Dia Nacional de Combate à Obesidade.

Combater e prevenir são ações urgentes diante de um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos vão estar com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos.

No Brasil, os números atuais mostram que a obesidade já é um problema de saúde pública. “O excesso de peso acomete 40% da população brasileira, aumentando o risco de doenças como pressão alta, diabetes, colesterol alterado entre outras”, afirma o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Dr. Márcio Mancini, responsável pelo Departamento de Obesidade da SBEM.

A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos com fritura e açúcar se refletem no aumento de pessoas obesas, em todas as faixas etárias. Hoje, o índice de crianças brasileiras com sobrepeso já chega a 15%.

Obesidade

A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Dentre os fatores que causam a obesidade estão os nutricionais, fisiológicos, genéticos, psiquiátricos e psicológicos, comportamentais e ambientais.

Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do Índice de Massa Corporal (IMC). Consideram-se obesas as pessoas com IMC superior a 30. Já as que têm IMC entre 25 e 29,9 são e portadoras de sobrepeso.

Fonte: http://www.endocrino.org.br/11-de-outubro-e-dia-nacional-de-prevencao-da-obesidade/


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