Coxa musculosa

Apesar de não agradar a todos, o modelo corporal musculoso para mulheres vem aumentando bastante. O jornal “o Município” fez uma reportagem sobre o assunto e apresentou loucuras que as mulheres estão fazendo para ficar com um corpo super malhado.

A nova onda do momento é a mulher rã. A rã é um anfíbio que possui pernas traseiras bem fortes. Adaptado ao corpo da feminino, a mulher rã deve ter cintura fina, coxa grossa e canela fina.
Mas para conseguir esse corpo as mulheres estão fazendo o que podem e o que não podem, chegando ao ponto de adquirirem suplementos de proteína, anabolizantes e hormônios em geral.

As pernas respondem bem aos exercícios de musculação, mas para dar o salto da perereca é necessário efetuar um treino de pouca repetição e muita carga, além de muitas horas malhando. Apesar de muito treino, ainda não é possível ficar com a perna super grossa com a musculação. Para isso, é preciso testosterona.

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Se você gostou das características da mulher rã, leia e siga as recomendações abaixo:

Treino para ficar com “super coxas”
- Musculação de até uma hora por dia com dez séries de exercícios para cada músculo;
- Fazer as séries até a exaustão muscular;
- Treinar com sobrecarga (85% da carga máxima, o maior peso com o qual a pessoa consegue fazer o exercício uma única vez);
- Trabalhar a parte da frente e a de trás das coxas: “leg press”, cadeirta extensora, agachamentos, afundos (frente), cadeira flexora, agachamentos, flexão da perna com levantamento de barra de peso (trás).

Descanso
- Treinar a musculatura anterior e posterior das coxas em dias alternados.

Alimentação
- Consumo diário de 2 a 2,5g de proteína por quilo de músculo corporal (uma mulher com 50kg de massa muscular deve comer de 14 a 21 ovos inteiros por dia);
- Reduzir o consumo de carboidratos e gorduras.

Riscos
- Compressão das vértebras lombares, desestabilização dos tornozelos favorecendo torções, lesões nos joelhos;
- Na cadeira extensora ou na flexora, o movimento encurta os músculos da parte inferior das pernas;
- Para manter a alimentação hiperproteica, a pessoa restringe o consumo de outros nutrientes que sobrecarrega os rins;
- Para consumir a quantidade de proteína necessária, a pessoa troca alimentos naturais por suplementos.
FONTE: Jornal o Município.

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