Os benefícios do Exercício Físicos para o tratamento de mulheres com Câncer.

O Câncer de mama, um dos mais temidos pelas mulheres em decorrência da mutilação, acarreta efeitos psicológicos complexos na imagem da mulher de uma forma geral.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama pode ser genético, mas é raro antes dos 35 anos, sendo a maioria acontece por volta dos 50 anos de idade. A menarca precoce, a primeira gravidez após os 30 anos, a nuliparidade (não ter filhos), o sedentarismo, a obesidade, a má alimentação, o estresse, tem sido os principais contribuintes para os crescentes casos de câncer.

O Inca através de diversas pesquisas mostra que os exercícios físicos são grandes aliados para auxiliar na prevenção e tratamento para mulheres que já estão em tratamento do câncer. Através dos exercícios, o organismo passa a aproveitar melhor as energias e os extratos metabólicos. Isso provoca uma reação as ações dos carcinóginos, em função do aumento da eficácia do sistema imunológico, no que diz respeito a linfócitos e células “natural-killer”, reduzindo assim a quantidade disponível para absorção pelos possíveis tumores e oferecendo maior resistência ás metástases.

Um dos efeitos colaterais do tratamento do câncer de mama é a fadiga. A fadiga prejudica as atividades da vida diária, afetando seriamente a qualidade de vida. O exercício tem sido um importante recurso no seu combate, alem de melhorar as atividades diárias, auxiliar no controle de peso, na melhora do sono, do bem estar físico e principalmente o emocional.

As portadoras de câncer de mama bem como as mulheres em tratamento, não possuem hábitos de realizarem exercícios físicos regularmente. O medo, o desanimo, a baixa estima, a falta de conhecimento, ou mesmo o temor de se machucarem, criaram uma grande resistência aos exercícios.

Através de diversos estudos, a realização de exercícios físicos regularmente e orientados por profissionais habilitados, trás diversos benefícios ao tratamento das portadoras de câncer. Por isso procurem exercitar-se regularmente para que haja uma melhor qualidade de vida para as pacientes portadoras ou em recuperação.

RODRIGO PIZZI É FISIOLOGISTA E ESPECIALISTA EM REABILITAÇÃO CARDÍACA.

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