Tornou-se oficial. Segundo consta na Lei nº 11.721, assinada em junho de 2008, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 11 de outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A data havia sido criada, há dez anos, pela Federação Latino-Americana de Obesidade, porém reconhecida, em 1999, pelo Governo Federal e instituída no Brasil, na época, com o nome de Dia Nacional de Combate à Obesidade.

Combater e prevenir são ações urgentes diante de um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos vão estar com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos.

No Brasil, os números atuais mostram que a obesidade já é um problema de saúde pública. “O excesso de peso acomete 40% da população brasileira, aumentando o risco de doenças como pressão alta, diabetes, colesterol alterado entre outras”, afirma o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Dr. Márcio Mancini, responsável pelo Departamento de Obesidade da SBEM.

A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos com fritura e açúcar se refletem no aumento de pessoas obesas, em todas as faixas etárias. Hoje, o índice de crianças brasileiras com sobrepeso já chega a 15%.

Obesidade

A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Dentre os fatores que causam a obesidade estão os nutricionais, fisiológicos, genéticos, psiquiátricos e psicológicos, comportamentais e ambientais.

Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do Índice de Massa Corporal (IMC). Consideram-se obesas as pessoas com IMC superior a 30. Já as que têm IMC entre 25 e 29,9 são e portadoras de sobrepeso.

Fonte: http://www.endocrino.org.br/11-de-outubro-e-dia-nacional-de-prevencao-da-obesidade/


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Saúde mental se refere à nossa capacidade cognitiva e / ou bem-estar emocional – é tudo sobre como pensamos, sentimos e nos comportamos. Saúde mental, também pode significar uma ausência de um transtorno mental. Aproximadamente 25% das pessoas no Reino Unido têm um problema de saúde mental durante a sua vida. Nos EUA, as estatísticas apontam a maior incidência de pessoas diagnosticadas com problemas de saúde mental em todo o mundo desenvolvido. Sua saúde mental pode afetar sua vida diária, relacionamentos e até mesmo a sua saúde física. A saúde mental também inclui a capacidade de uma pessoa para aproveitar a vida – para atingir um equilíbrio entre as actividades de vida e os esforços para atingir a resiliência psicológica.

De acordo com Medilexicon, a saúde mental é “a maturidade emocional, comportamental e social ou normalidade, a ausência de um transtorno mental ou comportamental, um estado de bem-estar psicológico em que um conseguiu uma integração satisfatória dos próprios impulsos instintivos aceitável si mesmo e de um meio social, um equilíbrio adequado de amor, trabalho e atividades de lazer “.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a saúde mental é “um estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza as suas próprias capacidades, pode fazer face ao stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera, e é capaz de fazer uma contribuição para sua comunidade “. OMS destaca que a saúde mental “não é apenas a ausência de doença mental”.

OMS explica que, especialmente em países de baixa e média renda, os serviços de saúde mental são muito subfinanciado – humanos e financeiros. A maioria dos recursos são canalizados para tratar e cuidar de doentes mentais, em vez de em qualquer sistema integrado de saúde mental. Os países devem integrar a saúde mental nos cuidados primários de saúde (clínica geral), prestar cuidados de saúde mental em hospitais gerais, e melhorar serviços de base comunitária de saúde mental, em vez de apenas prestar cuidados em grandes hospitais psiquiátricos.


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